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domingo, 12 de julho de 2009

A escuridão destacada na claridade

Michael Jackson

"Como criança prodígio ele nunca foi uma criança real, e como adulto, em alguns aspectos permaneceu infantil; ao longo de sua vida conheceu a descontração desprendida, apesar de que a dureza da luta pela sobrevivência por último não lhe deixou muito do que rir [..] ele mostrou quase nenhuma dúvida de fé e não foi nem ateísta ou agnóstico; as pessoas partem do princípio de que ele nenhuma divina, mas também nenhuma demoníaca, mas em todos os sentidos apenas música humana escreveu, e aí, sim aí, está o Segredo dessa música, que ela torna ambas ao mesmo tempo audíveis: a claridade e a escuridão, alegria e dor, vida e morte. Ambas obviamente não estavam simplesmente postas lado a lado neutras em equilíbrio e misturadas, mas sim, a escuridão sempre destacada na claridade."

Hans Künk, sobre Mozart

Um comentário:

Rubinho Osório disse...

Mozart reencarnou em MJ!?!?
Quanto mais tudo muda, mais fica tudo igual?!?!?
A história se repete!?!?!?
Daí o nome "black and white"?!?!?
Meu, vc acha cada coisa!!!